sábado, 31 de outubro de 2015

SAI DELA POVO MEU - PARTE 3

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SAI DELA POVO MEU(Ap. 18:4)

CONTINUANDO COM OS MANJARES DA MESA ESPIRITUAL ROMANA:

"E todos comeram de uma mesma comida espiritual, E beberam todos de uma mesma bebida espiritual, porque bebiam da pedra espiritual que os seguia; e a pedra era Cristo.

Mas Deus não se agradou da maior parte deles, por isso foram prostrados no deserto.
E estas coisas foram-nos feitas em figura, para que não cobicemos as coisas más, como eles cobiçaram.

Não vos façais, pois, idólatras, como alguns deles, conforme está escrito: O povo assentou-se a comer e a beber, e levantou-se para folgar. E não nos forniquemos, como alguns deles fizeram; e caíram num dia vinte e três mil."  1 Coríntios 10:3-8
Falamos na postagem anterior, que a indústria da fortuna tem sua raiz na apostasia. Abordamos a Páscoa profanada como um dos manjares da grande mesa espiritual pagã. No entanto, se discorrermos todas as festividades religiosas que são comemoradas no calendário gregoriano, observaremos que todas elas, sem exceção, tem sua origem no paganismo.

Nesta matéria, quero apresentar como o calendário foi adaptado e usado como instrumento de manipulação mental na edificação da sociedade desde a era medieval.

Quero ainda falar sobre a outra grande celebração ecumênica, que também envolve quase todos os povos do mundo. Mas antes, conheçamos a história do nosso calendário, para melhor contemplarmos os resultados das mentes psicopatas que sempre estiveram na direção da igreja paganizada.

Origem do calendário
O Calendário não é apenas um sistema para contar e agrupar os dias. Também é um instrumento desenvolvido para atender os interesses e as ambições civis e religiosas, focado no desenvolvimento da cultura de um povo. A palavra deriva do latim calendarium, que significa livro de registro, que por sua vez derivou de calendae, que indicava o primeiro dia de um mês romano. As unidades principais usadas para o agrupamento dos dias são o mês e o ano.

A palavra calendário é também usada para denominar o calendário físico impresso em papel ou em formato digital, para fazer uso do sistema, formando um conjunto particular de eventos planejados ou marcados que precisam ser lembrados por algum motivo. 

Ou seja, o propósito do calendário não é somente marcar o tempo, mas também fixar celebrações religiosas para a formação da cultura de um povo. Trata-se literalmente de um instrumento de educação religiosa para doutrinar os povos, transferindo o legado religioso de uma à outra geração.

O Calendário Gregoriano:
O Calendário Gregoriano é um calendário que teve a sua origem na Europa no século XV, promulgado pelo Papa Gregório XIII 1 (1502-1585) em 24 de Fevereiro do ano 1582 em substituição ao calendário juliano, mais antigo, implantado pelo líder romano Júlio César (100 a.C.- 44 a.C.) em 46 a.C., sendo utilizado oficialmente pela maioria dos países.

Por razões históricas, além de convenção e praticidade o calendário gregoriano foi adotado para demarcar o ano civil no mundo inteiro, facilitando o relacionamento entre as nações do resto do globo. 

Para isso, foi necessário criar, em 46 a.C., um ano com 15 meses e 455 dias para compensar a defasagem, este ano ficou conhecido como o “ano da confusão”. A reforma de Júlio César instituiu o ano depois de 45 a.C. com 365 dias e seis horas, divididos em 12 meses, o que conseguiu resolver o problema durante um tempo. As seis horas que sobravam de cada ano seriam compensadas a cada quatro anos com a inclusão de mais um dia em fevereiro, os anos bissextos.

No entanto, ainda persistiu a defasagem entre o ano do calendário e o ano natural, sendo que durante a Idade Média foram várias as tentativas de resolvê-la. O Concílio de Trento, realizado em 1545, decidiu pelas alterações no calendário da Igreja, cabendo a Gregório XIII instituir o novo calendário, que passaria a se chamar calendário gregoriano em sua homenagem. 

Para adequar a data da Páscoa com o equinócio de primavera no Hemisfério Norte, o papa Gregório XIII ordenou que o dia seguinte a 4 de outubro de 1582 passasse a ser o dia 15 de outubro. Um salto de 11 dias! Para diminuir a defasagem, os dias bissextos não ocorreriam nos anos centenários (terminados em 00), a não ser que fossem divisíveis de forma exata por 400.

Manobra realizada na fusão da da páscoa judaica com a celebração pagã à deusa da fertilidade. 

O calendário dos judeus é direcionado pela Lua, enquanto que o dos cristãos, por consequência de Roma, é movido pelo Sol, em alusão ao Deus Sol (Sol Invictus = Sol Invencível). 

O culto ao deus pagão Sol Invictus comemorado em 25 de dezembro, no sincretismo religioso da igreja católica, deu origem ao Natal. Do latim Natalis Invictus = Nascimento do Invencível relacionado ao Solstício, dia mais longo do ano na Europa, data oficial do nascimento da entidade pagã. Trata-se da Versão romana do deus babilônico Mithra. Durante a conversão em massa do império romano ao Cristianismo, após a "conversão" do Imperador Constantino, passou a marcar o nascimento de Jesus Cristo uma vez que a adoração a qualquer outro deus não era permitido na crença cristã. 

Na época, maior parte do mundo católico aceitou a mudança, mas foram vários os países que rejeitaram a alteração, fazendo com que mais de um calendário existisse no mundo cristão. Os últimos países a adotarem o calendário gregoriano na Europa foram a Grécia, em 1923, e a Turquia, em 1926.

Aqui é importante lembrar que desde 313 d.C., quando algumas igrejas aceitaram servir o imperador, ficou decidido que o cristianismo tinha que ser Universal. Tornou-se tão Universal que quem não pertencesse a ela seria punido com a morte. 

Este pensamento fez com que estas igrejas enchessem suas fileiras de pessoas não convertidas. Em algumas épocas a conversão chegou a ser nacional e não pessoal. Se o rei do país tornasse católico ele obrigava todo seu povo a ser católico também. O evangelho a partir de 313 deixou de ser proposto para ser imposto sobre todos os moradores do Império Romano.

Estas mudanças trouxeram para os cristãos fiéis aos princípios de Cristo, o extermínio. As heresias e apostasia desde seus primeiros dias na história da igreja, promoveram a perseguições, torturas e grandes atrocidades contra os fiéis na tentativa de submetê-los ao pecado e à corrupção daqueles que se venderam para o diabo, representado pelos imperadores romanos, os quais amaram mais a gloria dos homens do que a glória de Deus. 

Para serem fiéis a Deus, aqueles irmãos tiveram que ser rebeldes aos líderes religiosos, levando mais em conta a importância de obedecerem a Deus do que aos homens e, isto custou a vida de centenas milhares deles.

A fusão do paganismo com o cristianismo gerou a religião híbrida do joio com o trigo e é isto que até hoje mantém o grande engano na compreensão das pessoas que se declaram cristãs, mas vivem na prática das abominações que levaram os fiéis à sepultura.


Mudanças ocorridas
Entre as mudanças, foram omitidos dez dias do calendário juliano, excluindo os dias entre 5 a 14 de outubro de 1582, ditando que o dia imediato à quinta-feira, 4 de outubro, fosse sexta-feira, 15 de outubro.

Corrigiu-se também a medição do ano solar, passando a medir um ano gregoriano em uma média de 365 dias, 5 horas, 49 minutos e 12 segundos, ou seja 27 segundos a mais do que o ano trópico.

Adoção mundial
A mudança para o calendário gregoriano não foi de uma hora para outra, mas deu-se ao longo de mais de três séculos. Os primeiros países a adotar o calendário foi Portugal, Espanha, Itália e Polônia; e assim sucedeu-se a maioria dos países católicos europeus.

Nos países onde predominava o luteranismo e o anglicanismo demoraram mais a adotá-lo, sendo o caso da Alemanha (Baviera, Prússia e demais províncias) em torno de 1700, e o Reino da Grã-Bretanha (Inglaterra, País de Gales e Escócia) que foi em torno de 1752.

Já a adoção do calendário gregoriano pela Suécia foi tão problemática que até acabou gerando o dia 30 de fevereiro. A China aprovou-o em 1912, a Bulgária em 1916, a Rússia em 1918, a Roménia em 1919, a Grécia em 1923 e a Turquia em 1926.

Alguns povos ainda conservam outros calendários para uso religioso inclusive com cronologia diferente da adotada pela Igreja Católica Romana, que conforme proposta feita por Dionísius Exiguus (470 – 544), monge romeno, o marco inicial da cronologia cristã tem como data o ano do nascimento de Cristo.

Divisão do Calendário
Os nomes dos dias da semana originam do Latim e seguem a seguinte ordem:

Nº   -   Definição em Latim

domingo –  Solis dies (Dia do Sol)
segunda-feira – Lunae dies (Dia da Lua)
terça-feira – Martis dies (Dia de Marte)
quarta-feira – Mercurii dies (Dia de Mercúrio)
quinta-feira – Jovis dies (Dia de Júpiter)
sexta-feira – Veneris dies (Dia de Vénus)
sábado – Saturni dies (Dia de Saturno)


Significado dos nomes dos meses

Janeiro: Jano, deus romano das portas, passagens, inícios e fins.
Fevereiro: Februus, deus etrusco da morte; Februarius (mensis), “Mês da purificação” em latim, parece ser uma palavra de origem sabina e o último mês do calendário romano anterior a 45 a. C.. Relacionado com a palavra “febre”.
Março: Marte, deus romano da guerra.
Abril: É o quarto mês do calendário gregoriano e tem 30 dias. O seu nome deriva do latim Aprilis, que significa abrir, numa referência à germinação das culturas. Outra hipótese sugere que Abril seja derivado de Aprus, o nome etrusco de Vénus, deusa do amor e da paixão.
Maio: Maia Maiestas, deusa romana.
Junho: Juno, deusa romana, esposa do deus Júpiter.
Julho: Júlio César, general romano. O mês era anteriormente chamado Quintilis, o quinto mês do calendário de Rómulo.
Agosto: Augusto, primeiro imperador romano. O mês era anteriormente chamado Sextilis, o sexto mês do calendário de Rómulo.
Setembro: septem, “sete” em latim; o sétimo mês do calendário de Rómulo.
Outubro: octo, “oito” em latim; o oitavo mês do calendário de Rómulo.
Novembro: novem, “nove” em latim; o nono mês do calendário de Rómulo.
Dezembro: decem, “dez” em latim; o décimo mês do calendário de Rómulo.    
                                                                                                                                                                         
 A respeito de toda esta situação, foi dito ao profeta Daniel a 600 a.C.: 

"O quarto animal será o quarto reino na terra, o qual será diferente de todos os reinos; e devorará toda a terra, e a pisará aos pés, e a fará em pedaços.
E, quanto aos dez chifres, daquele mesmo reino se levantarão dez reis; e depois deles se levantará outro, o qual será diferente dos primeiros, e abaterá a três reis.
E proferirá palavras contra o Altíssimo, e destruirá os santos do Altíssimo, e cuidará em mudar os tempos e a lei; e eles serão entregues na sua mão, por um tempo, e tempos, e a metade de um tempo."
Daniel 7:23-25

O Senhor nos disse através de Daniel que no quarto império mundial, os poderes estabelecidos adulterariam o calendário e a lei e, que que seria desta adulteração que o extermínio do povo escolhido daria início. Foi o que ocorreu na íntegra como podemos observar. Sabendo que o quarto império foi Roma e nele se cumpriu também esta profecia. 

A mesma profecia diz que deste império surgiria um 11º chifre (rei - reino) que seria altamente profano e blasfemo contra Deus. Este chifre foi o reino que dominou toda a Europa na era medieval e de lá se migrou para todo o mundo por meio da expansão européia.

Este reino místico foi a continuação do império romano, o qual é conhecido no mundo como a grande mãe do cristianismo:

"E levou-me em espírito a um deserto, e vi uma mulher assentada sobre uma besta de cor de escarlata, que estava cheia de nomes de blasfêmia, e tinha sete cabeças e dez chifres.
E a mulher estava vestida de púrpura e de escarlata, e adornada com ouro, e pedras preciosas e pérolas; e tinha na sua mão um cálice de ouro cheio das abominações e da imundícia da sua fornicação;
E na sua testa estava escrito o nome: Mistério, a grande babilônia, a mãe das prostituições e abominações da terra.
E vi que a mulher estava embriagada do sangue dos santos (judeus), e do sangue das testemunhas (a igreja) de Jesus. E, vendo-a eu, maravilhei-me com grande admiração."  Apocalipse 17:3-6

Naturalmente não entenderão estes versos proféticos aqueles que não sabem que a besta descrita aí trata-se do império Carolíngio, formado pelos 7 reinos bárbaros sob a dinastia Merovíngia, que era completamente católica, cujo rei, Carlos Magno, era uma espécie de general do Vaticano, o grande conquistador de terras, cujo exército evangelizava com a espada, não diferente dos seus antepassados. Foram estes povos que colonizaram muitos outros reinos do mundo e introduziram o catolicismo como religião dos povos conquistados, cumprindo esta profecia da besta como veículo da grande prostituta, que tinha a seu serviço os reis medievais "batizando" e barbarizando os cristãos aos quais rotulavam de hereges por não obedecerem ao calendário do papa.

A apostasia trouxe mortandade para a igreja de Cristo. Esta mortandade tem uma forte ligação com a idolatria, com a adoração aos astros  e aos deuses pagãos que posteriormente receberam o nome dos apóstolos e de muitos outros, os quais martirizaram e profanaram. Os papas não canonizaram os mártires, mas os deuses pagãos. 

Até então, a tradição cristã respeitava o calendário lunar, que foi outorgado aos hebreus no êxodo ao ser instituída a verdadeira páscoa, resultado da décima praga sobre o Egito. Ex 12



Calendário Judaico

O calendário judaico é mais antigo que o gregoriano; existe há mais de 3300 anos, quando Deus mostrou a Moisés a Lua Nova, no mês de Nissan, duas semanas antes da libertação dos filhos de Israel do Egito, no ano 2448 após a Criação do mundo. A partir dessa época, o povo judeu recebeu um calendário especial, diferente dos outros já existentes.


De que modo este calendário se distingue? O calendário judaico é lunissolar, os meses seguem as fases da Lua, porém leva-se em conta as estações do ano.

O mês lunar compreende o tempo que decorre de um Novilúnio (Lua Nova) até o próximo, consistindo de 29 dias, 12 horas, 44 minutos e 3,33 segundos. Como é impossível incluir num mês períodos fracionados como meios dias, horas e minutos, calculamos normalmente os meses de 29 e 30 dias, alternadamente. Desta forma resolve-se o problema das 12 horas excedentes que, uma vez são abatidas do mês de 29 dias e outra vez acrescidas no mês de 30 dias.

Mas conforme já verificamos, os períodos lunares abrangem além das 12 horas referidas, também uma fração de cerca de 44 minutos. Surge então a necessidade de resolver este problema adicional. Além disso, seria muito complicado que o dia santificado de Yom Kipur caísse no dia antes ou depois do Shabat (Sábado); se o Yom Kipur fosse na sexta-feira ou no domingo, teríamos dois dias consecutivos proibindo qualquer tipo de trabalho, inclusive a preparação dos alimentos e, em caso de morte, não haveria enterro por dois dias e de acordo com a Lei Judaica, não poderíamos retardar o funeral.

Yom Kipur é o dia que no templo, no santo dos santos, o sumo sacerdote realizava o sacrifício do cordeiro. Era o sacrifício profético da morte de Jesus Cristo. A tradução da frase quer dizer Dia da Expiação ou Dia do Perdão.  



CALENDÁRIO RELIGIOSO DOS JUDEUS
Intimamente relacionado à adoração no templo havia festas religiosas e os dias santos dos judeus. O ano civil judaico começava aproximadamente em tishre - setembro/outubro, e o ano religioso aproximadamente em Nissan - março/abril. Em razão de divergências nos dois sistemas de calendário, os equivalentes no nosso calendário são apenas aproximações. A lei mosaica prescrevia os seis primeiros itens do calendário: Páscoa – Tabernáculos (Lv 23.4-43). Os dois restantes, Hanucá e Purim, surgiram posteriormente, em acréscimo ao mandamento bíblico. Peregrinos enchiam as ruas de Jerusalém vindos de toda parte da Palestina e também de países estrangeiros para as festas principais: da Páscoa, do Pentecoste e dos Tabernáculos.

Nissan ou Aviv no Tanakh - Mês que se comemora a Páscoa. Elul - Mês que se toca o Shofar.

Os dias da semana, no calendário judaico, não recebem nomes de astros ou planetas, como ocorre nos calendário Gregoriano. Em hebraico, os dias da semana, ou shavua (que significa “sete”, pois sete são os dias e, talvez a origem etimológica da palavra shabat). Os dias são assim designados:

Iom Rishon (Dia Primeiro),
Iom Sheini (Dia Segundo),
Iom Shlishi (Dia Terceiro),
Iom Revil (Dia Quarto),
Iom Chamish (Dia Quinto),
Iom Shishi (Dia Sexto) e
Shabat (Descanso).


Deus formou o calendário no céu para por meio dele ministrar a seu povo. Nas festas judaicas estão todos os ritos que apontam o plano da redenção. Como Paulo escreveu, todas estas coisas eram sombras, figuras, daquilo que veio a ser. Os ciclos cerimoniais religiosos presente no calendário são poderosos para a formação da cultura de um povo. Vendo isto, os grandes homens usufruíram da mesma técnica para dominar o mundo, para implantar por meio da religião a submissão plena dos crentes a eles.

Ao manipular o calendário colocando como instrumento favorável de culto os deuses  pagãos, o catolicismo garantiu o seu poder sobre os povos. Os padres nada mais são do que sacerdotes destes deuses canonizados. Nem mesmo o Cristo católico é o mesmo Bíblico. A grande babilônia através da mentira, da iniquidade e do derramamento de sangue tornou-se o grande poder que já foi no passado e que ainda é hoje.

Apagando a memória do povo escolhido, satanás garantiria seu reinado através de seus representantes no mundo. A teologia que propõe a substituição da igreja de Jerusalém pela igreja romana, torna evidente seu antissemitismo. Ninguém pode odiar mais o povo da promessa do que o dragão e, este ódio se manifestou por meio da falsa igreja, demonstrando que ela é a instituição que materializa satanás e seus demônios.

"E o dragão irou-se contra a mulher, e foi fazer guerra ao remanescente da sua semente, os que guardam os mandamentos de Deus, e têm o testemunho de Jesus Cristo."
Apocalipse 12:17




Religiosos confessam a origem do natal, contudo para alguns não há nada de errado no sincretismo religioso.  Será?
























Continua...
PARTE 4

SITES CONSULTADOS:

http://www.calendariodoano.com.br/
wwww.judaismo.com.br
www.chabad.org.br
Tales Pinto - Graduado em História
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