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  • SAI DELA POVO MEU - PARTE 1 - MESA ESPIRITUAL

    "Porque nós, sendo muitos, somos um só pão e um só corpo, porque todos participamos do mesmo pão. Vede a Israel segundo a carne; os que comem os sacrifícios não são porventura participantes do altar? Mas que digo? Que o ídolo é alguma coisa? Ou que...

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    Disse também o Senhor a Arão: Na sua terra herança nenhuma terás, e no meio deles, nenhuma parte terás; eu sou a tua parte e a tua herança no meio dos filhos de Israel. E eis que aos filhos de Levi tenho dado todos os dízimos em Israel por herança

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

A TEOLOGIA LIBERAL X FÉ BÍBLICA



Por Danilo Raphael

Do jeito que as coisas andam em nossos dias, precisamos urgentemente nos libertar da teologia liberal. É espantoso o crescente número de livros (inclusive publicados por editoras evangélicas) que esboçam os ensinamentos deste tipo de teologia ou tecem comentários favoráveis. Embora esta teologia tenha nascido com os protestantes, hoje, porém, seus maiores expoentes são os católicos romanos. Em qualquer livraria católica encontramos grande quantidade de obras defendendo e/ou propagando a teologia liberal. E não é só isso. A forma com que alguns seminários e igrejas vêm se comprometendo com os ensinos desta teologia também é de impressionar.

A libertação da teologia liberal não só é necessária como também é vital para a Igreja brasileira, ameaçada pelo secularismo e pelo liberalismo teológico corrosivo.

Apesar das motivações iniciais dos modernistas, suas idéias, no entanto, representaram grave ameaça à ortodoxia, fato já comprovado pela história. O movimento gerou ensinamentos que dividiram quase todas as denominações históricas na primeira metade deste século. Ao menosprezar a importância da doutrina, o modernismo abriu a porta para o liberalismo teológico, o relativismo moral e a incredulidade descarada. Atualmente, a maioria dos evangélicos tende a compreender a palavra “modernismo” como uma negação completa da fé. Por isso, com facilidade esquecemos que o objetivo dos primeiros modernistas era apenas tornar a igreja mais “moderna”, mais unificada, mais relevante e mais aceitável em uma era caracterizada pela modernidade.

Mas o que caracterizaria um teólogo liberal? O verbete sobre o “protestantismo liberal” do Novo Dicionário de Teologia, editado por Alan Richardson e John Bowden, nos traz uma boa noção do termo. Vejamos três destaques de elementos do liberalismo teológico:

1 – É receptivo à ciência, às artes e estudos humanos contemporâneos. Procura a verdade onde quer que se encontre. Para o liberalismo não existe a descontinuidade entre a verdade humana e a verdade do cristianismo, a disjunção entre a razão e a revelação. A verdade deve ser encontrada na experiência guiada mais pela razão do que pela tradição e autoridade e mostra mais abertura ao ecumenismo;

2 – Tem-se mostrado simpatia para com o uso dos cânones da historiografia para interpretar os textos sagrados. A Bíblia é considerada documento humano, cuja validade principal está em registrar a experiência de pessoas abertas para a presença de Deus. Sua tarefa contínua é interpretar a Bíblia, à luz de uma cosmovisão contemporânea e da melhor pesquisa histórica, e, ao mesmo tempo, interpretar a sociedade, à luz da narrativa evangélica;

3 – Os liberais ressaltam as implicações éticas do cristianismo. O cristianismo não é um dogma a ser crido, mas um modo de viver e conviver, um caminho de vida. Mostraram-se inclinados a ter uma visão otimista da mudança e acreditar que o mal é mais uma ignorância. Por ter vários atributos até divergentes, o liberal causa alergia para uns e para outros é motivo de certa satisfação, por ser considerado portador de uma mente aberta para o diálogo com posições contrárias.

As grandes batalhas causadas pelo liberalismo foram travadas dentro das grandes denominações históricas. Muitos pastores que haviam saído dos EUA no intuito de se pós-graduarem nas grandes universidades teológicas da Europa, especificamente na Alemanha, em que a teologia liberal abraçava as teorias destrutivas da Alta Crítica produzida pelo racionalismo humanista, acabaram retornando para os EUA completamente descrentes nos fundamentos do cristianismo histórico. Os liberais, devido à tolerância inicial dos fiéis para com a sã doutrina, tiveram tempo de fermentar as grandes denominações e conseguiram tomar para si os grandes seminários, rádios e igrejas, de modo que não sobrou outra alternativa para grande parte dos fundamentalistas senão sair dessas denominações e se organizar em novas denominações. Daí surgiram os Batistas Regulares (que formaram a Associação Geral das Igrejas Batistas Regulares, em 1932), os Batistas Independentes, as Igrejas Bíblicas, as Igrejas Cristãs Evangélicas, a Igreja Presbiteriana 
dos Estados Unidos (em 1936, que mudou seu nome para Igreja Presbiteriana Ortodoxa), a Igreja Presbiteriana Bíblica (em 1938), a Associação Batista Conservadora dos Estados Unidos (em 1947), as Igrejas Fundamentalistas Independentes dos Estados Unidos (em 1930) e muitas outras denominações que existem ainda hoje.

Podemos dizer que algumas das características do cristianismo ortodoxo se baseiam nos seguintes pontos:

• Manter fidelidade incondicional à Bíblia, que é inerrante, infalível e verbalmente inspirada;
• Acreditar que o que a Bíblia diz é verdade (verdade absoluta, ou seja, verdade sempre, em todo lugar e momento);
• Julgar todas as coisas pela Bíblia e ser julgado unicamente por ela;
• Afirmar as verdades fundamentais da fé cristã histórica: a doutrina da Trindade, a encarnação, o nascimento virginal, o sacrifício expiatório, a ressurreição física, a ascensão ao céu, a segunda vinda do Senhor Jesus Cristo, o novo nascimento mediante a regeneração do Espírito Santo, a ressurreição dos santos para a vida eterna, a ressurreição dos ímpios para o juízo final e a morte eterna e a comunhão dos santos, que são o Corpo de Cristo.
• Ser fiel à fé e procurar anunciá-la a toda criatura;
• Denunciar e se separar de toda negativa eclesiástica dessa fé, de todo compromisso com o erro e de todo tipo de apostasia;
• Batalhar firmemente pela fé que foi concedida aos santos.

Contudo, o liberalismo, em sua apostasia, nega a validade de quase todos os fundamentos da fé, como, por exemplo, a inerrância das Escrituras, a divindade de Cristo, a necessidade da morte expiatória de Cristo, seu nascimento virginal e sua ressurreição. Chegam até mesmo a negar que existiu realmente o Jesus narrado nas Escrituras. A doutrina escatológica liberal se baseia no universalismo (todas as pessoas serão salvas um dia e Deus vai dar um jeito até na situação do diabo) e, conseqüentemente, para eles, não existe inferno e muito menos o conceito de pecado. O liberalismo é um sistema racionalista que só aceita o que pode ser “provado” cientificamente pelos próprios conhecimentos falíveis, fragmentados e limitados do homem.

Os primeiros estudiosos que aplicaram o método histórico-crítico sem critérios ao estudo das Escrituras negavam que a Bíblia fosse, de fato, a Palavra de Deus inspirada. Segundo eles, a Bíblia continha apenas a Palavra de Deus.

O liberalismo teológico tem procurado embutir no cristianismo uma roupagem moderna: pegam as últimas idéias seculares e, sorrateiramente, espalham no mundo cristão. J.G. Machem, em seu livro Cristianismo e liberalismo, trata deste assunto com maestria. Na contracapa, podemos ver uma pequena comparação entre o cristianismo e o liberalismo: “O liberalismo representa a fé na humanidade, ao passo que o cristianismo representa a fé em Deus. O primeiro não é sobrenatural, o último é absolutamente sobrenatural. Um é a religião da moralidade pessoal e social, o outro, contudo, é a religião do socorro divino. Enquanto um tropeça sobre a ‘rocha de escândalo’, o outro defende a singularidade de Jesus Cristo. Um é inimigo da doutrina, ao passo que o outro se gloria nas verdades imutáveis que repousam no próprio caráter e autoridade de Deus”.

Muitos, por buscarem aceitação teológica acadêmica, têm-se comprometido fatalmente, pois, na prática, os liberais tentam remover do cristianismo todas as coisas que não podem ser autenticadas pela ciência. Sempre que a ciência contradiz a Bíblia, a ciência é preferida e a Bíblia, desacreditada.

Hoje, a animosidade que demonstram para com a Bíblia tem caracterizado aqueles que crêem que ela é literalmente a Palavra de Deus e inerrante (sem erros em seus originais) como “fundamentalistas”.1 Ora, podemos por acaso negociar o inegociável?

Os liberais acusam os evangélicos de transformar a Bíblia em um “papa de papel”, ou seja, em um ídolo. Com isso, culpam os evangélicos de bibliolatria.2 Estamos cientes de que tem havido alguns exageros por parte de alguns fundamentalistas evangélicos, mas a verdade é que os “eruditos” liberais têm-se mostrado tão exagerados quanto muitos do que eles denominam de fundamentalistas. Teoricamente falando, a maioria dos liberais acredita em Deus, supondo que Ele pode intervir na história da humanidade, porém, na prática, e com freqüência, mostram-se muito mais deístas.3 Normalmente, os liberais também favorecem o “relativismo”, ou seja, difundem que no campo da verdade não há absolutos. Segundo este raciocínio, se não há verdades absolutas, então, as verdades da Bíblia (que são absolutas) são relativas, logo, não podem ser a Palavra de Deus. Tendo rejeitado a Bíblia como a infalível Palavra de Deus e aceitado a idéia de que tudo está fluindo, o teólogo liberal afirma que não é segura qualquer idéia permanente a respeito de Deus e da verdade teológica.

Levando o pensamento existencialista às últimas conseqüências, conclui-se que: se quisermos que a Bíblia tenha algum valor para a modernidade e fale ao homem moderno, temos de criar uma teologia para cada cultura, para cada contexto, onde nenhum ensino é absoluto, mas relativo, variando conforme o contexto sociocultural. Obviamente, tal pensamento possui fundamento em alguns pontos, mas daí ao radicalismo de pregar que nada é absoluto, isso já extrapola e fere diversos princípios bíblicos.

Raízes

O liberalismo teológico começou a florescer de forma sistematizada devido à influência do racionalismo de Descartes e Spinoza, nos séculos 17 e 18, que redundou no iluminismo.4 O liberalismo opunha-se ao racionalismo extremado do iluminismo.

Na verdade, quando a igreja começa a flertar com o liberalismo e se render aos seus interesses, ela perde sua autoridade e deixa de ser embaixadora de Deus. A história tem provado que onde o liberalismo teológico chega a Igreja morre. Este é um aviso solene que deve estar sempre trombeteando em nossos ouvidos.

A baixa crítica

Conforme Gleason L. Archer Jr, “a ‘baixa crítica’ ou crítica textual se preocupa com a tarefa de restaurar o texto original na base das cópias imperfeitas que chegaram até nós. Procura selecionar as evidências oferecidas pelas variações, ou leituras diferentes, quando há falta de acordo entre os manuscritos sobreviventes, e pela aplicação de um método científico chegar àquilo que era mais provavelmente a expressão exata empregada pelo autor original”.5

A alta crítica

J. G. Eichhorn, um racionalista germânico dos fins do século 18, foi o primeiro a aplicar o termo “alta crítica” ao estudo da Bíblia. E, por esse motivo, ele tem sido chamado de “o pai da crítica do Antigo Testamento”. Segundo R. N. Champlin, “a ‘alta crítica’ aponta para o exame crítico da Bíblia, envolvendo qualquer coisa que vá além do próprio texto bíblico, isto é, questões que digam respeito à autoria, à data, à forma de composição, à integridade, à proveniência, às idéias envolvidas, às doutrinas ensinadas, etc. A alta crítica pode ser positiva ou negativa em sua abordagem, ou pode misturar ambos os pontos de vista”.6 Mas o que temos visto na prática é que esta forma de crítica tem negado as doutrinas centrais da fé cristã, em nome da ciência, da modernidade e da razão. O que fica evidente é que alguns críticos partem com o intuito de desacreditar a Bíblia, devido a alguns pressupostos naturalistas, chegando ao cúmulo de dizer que a Igreja inventou Jesus.

Conforme Norman Geisler “a alta crítica pode ser dividida em negativa (destrutiva) e positiva (construtiva). A crítica negativa, como o próprio nome sugere, nega a autenticidade de grande parte dos registros bíblicos. Essa abordagem, em geral, emprega uma pressuposição anti-sobrenatural”.7

Métodos aplicados a qualquer tipo de literatura passaram a ser aplicados também à Bíblia, com grandes doses de ceticismo (no que diz respeito à validade histórica e à integridade de seus livros), com invenções de entusiastas que tinham pouca base nos fatos históricos. Assim, onde vemos nas narrativas da Bíblia fatos sobrenaturais esta teologia lhes confere interpretações naturais, retirando da Palavra de Deus todas as intervenções miraculosas. Claramente é impróprio, ou mesmo blasfematório, nos colocarmos como juízes sobre a Bíblia.

Penosamente, a “alta crítica” tem empregado uma metodologia faltosa, caindo em alguns pressupostos questionáveis. E, devido aos seus resultados, ultimamente vem sendo descrita como “alta crítica destrutiva”. (para melhor compreensão, veja o quadro comparativo acima)8

C. S. Lewis, sem dúvida o apologista cristão mais influente do século 20, em seu artigo “A teologia moderna e a crítica da Bíblia”, tece os seguintes comentários:

“Em primeiro lugar, o que quer que esses homens possam ser como críticos da Bíblia, desconfio deles como críticos9 [...] Se tal homem chega e diz que alguma coisa, em um dos evangelhos, é lendária ou romântica, então quero saber quantas lendas e romances ele já leu, o quanto está desenvolvido o seu gosto literário para poder detectar lendas e romances, e não quantos anos ele já passou estudando aquele evangelho10 [...] os críticos falam apenas como homens; homens obviamente influenciados pelo espírito da época em que cresceram, espírito esse talvez insuficientemente crítico quanto às suas próprias conclusões11 [...] Os firmes resultados da erudição moderna, na sua tentativa de descobrir por quais motivos algum livro antigo foi escrito, segundo podemos facilmente concluir, só são ‘firmes’ porque as pessoas que sabiam dos fatos já faleceram, e não podem desdizer o que os críticos asseguram com tanta autoconfiança”.12

Prove e veja

Na Universidade de Chicago, Divinity School, em cada ano eles têm o que chamam de “Dia Batista”, quando cada aluno deve trazer um prato de comida e ocorre um piquenique no gramado. Nesse dia, a escola sempre convida uma das grandes mentes da literatura no meio educacional teológico para palestrar sobre algum assunto relacionado ao ambiente acadêmico.

Certo ano, o convidado foi Paul Tillich,13 que discursou, durante duas horas e meia, no intuito de provar que a ressurreição de Jesus era falsa. Questionou estudiosos e livros e concluiu que, a partir do momento que não existiam provas históricas da ressurreição, a tradição religiosa da igreja caía por terra, porque estava baseada num relacionamento com um Jesus que, de fato, segundo ele, nunca havia ressurgido literalmente dos mortos.

Ao concluir sua teoria, Tillich perguntou à platéia se havia alguma pergunta, algum questionamento. Depois de uns trinta segundos, um senhor negro, de cabelos brancos, se levantou no fundo do auditório: “Dr Tillich, eu tenho uma pergunta, ele disse, enquanto todos os olhos se voltavam para ele. Colocou a mão na sua sacola, pegou uma maçã e começou a comer... Dr Tillich... crunch, munch... minha pergunta é muito simples... crunch, munch... Eu nunca li tantos livros como o senhor leu... crunch, munch... e também não posso recitar as Escrituras no original grego... crunch, munch... Não sei nada sobre Niebuhr e Heidegger... crunch, munch... [e ele acabou de comer a maçã] Mas tudo o que eu gostaria de saber é: Essa maçã que eu acabei de comer... estava doce ou azeda?

“Tillich parou por um momento e respondeu com todo o estilo de um estudioso: ‘Eu não tenho possibilidades de responder essa questão, pois não provei a sua maçã’.

“O senhor de cabelos brancos jogou o que restou da maçã dentro do saco de papel, olhou para o Dr. Tillich e disse calmamente: ‘O senhor também nunca provou do meu Jesus, e como ousa afirmar o que está dizendo?”. Nesse momento, mais de mil estudantes que estavam participando do evento não puderam se conter. O auditório se ergueu em aplausos. Dr. Tillich agradeceu a platéia e, rapidamente, deixou o palco”.

É essa a diferença!

É fundamental considerar que tudo o que engloba a fé genuinamente cristã está amparado em um relacionamento experimental (prático) com Deus. Sem esse pré-requisito, ninguém pode seriamente afirmar ser um cristão. Seria muito bom se os críticos se atrevessem a experimentar este relacionamento antes de tecerem suas conjeturas. Se assim fosse, certamente se lhes abriria um novo horizonte para suas proposições e, quem sabe, entenderiam que o sobrenatural não é uma brecha da lei natural, mas, sim, uma revelação da lei espiritual.

Notas:

1 O fundamentalismo foi um movimento surgido nos Estados Unidos durante e imediatamente após a 1ª Guerra Mundial, a fim de reafirmar o cristianismo protestante ortodoxo e defendê-lo contra os desafios da teologia liberal, da alta crítica alemã, do darwinismo e de outros pensamentos considerados danosos para o cristianismo.
2 Adoração à Bíblia.
3 Segundo a comparação clássica entre Deus e o fabricante de um relógio, Deus, no princípio, deu corda ao relógio do mundo de uma vez para sempre, de modo que ele agora continua com a história mundial sem a necessidade de envolvimento da parte de Deus.
4 O Iluminismo enfatizava a razão e a independência e promovia uma desconfiança acentuada da autoridade. A verdade deveria ser obtida por meio da razão, observação e experiência. O movimento foi dominado pelo anti-sobrenaturalismo e pelo pluralismo religioso.
5 ARCHER, Gleason L. Merece confiança o Antigo Testamento? Edições Vida Nova, p.54.
6 CHAMPLIN, R.N. Enciclopédia de Bíblia Teologia e Filosofia. Vol 1. Candeia, p. 122.
7 GEISLER, Norman. Enciclopédia de Apologética. Editora Vida, p.113.
8 Ibid. p. 116.
9 MCDOWELL, Josh. Evidência que exige um veredicto. Vol 2. Editora Candeia, p.522.
10 Ibid., p.526.
11 Ibid., p.526.
12 Ibid., p.528.
13 Paul Tillich nasceu em 20 de agosto de 1886, em Starzeddel, na Prússia Oriental, perto de Guben. Foi um teólogo-filósofo e representante do existencialismo religioso.



























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sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

A QUEDA DA EUROPA - INÍCIO DA GRANDE TRIBULAÇÃO NO OCIDENTE

Em Londres, no distrito de Tower Hamlets, 85 das 90 escolas proibiram o consumo de carne de porco, apenas para atender ao desejo da minoria muçulmana, que considera pecado consumir esse alimento. Em Nottingham, uma escola primária, – a Greenwood Primary School, – cancelou a peça de Natal para que não interferisse em um festival maometano (Daily Mail)!









A Bíblia nos diz sobre a queda de uma grande cidade, a qual espiritualmente é denominada Babilônia a prostituta, refirindo-se a ela como cede da falsa igreja. 
Diz também que esta cidade está "assentada" (presente, dominando com poder e influenciando espiritualmente) sobre muitas nações, e que ela será drasticamente atingida pelo anticristianismo, denominado como besta de 7 cabeças e 10 chifres, a qual o próprio Deus levantará para destruir seu domínio e influencia:
"E disse-me: As águas que viste, onde se assenta a prostituta, são povos, e multidões, e nações, e línguas.   E os dez chifres que viste na besta são os que odiarão a prostituta, e a colocarão desolada e nua, e comerão a sua carne, e a queimarão no fogo.
Porque Deus tem posto em seus corações, que cumpram o seu intento, e tenham uma mesma idéia, e que dêem à besta o seu reino, até que se cumpram as palavras de Deus.  E a mulher que viste é a grande cidade que reina  sobre os reis da terra." Apocalipse 17:15-18

Esta profecia foi concedida por volta do ano 100 da era cristã à João na ilha de Patmos, no mar Egeu, Grécia e, ele pôde compreender plenamente do que se tratava. 

Após ter se apostatado, ou seja, ter ocorrido o plantio do joio nos campos de trigo, fato ocorrido principalmente por meio do imperador Constantino ocorrido por volta do terceiro século d.C,  tivemos posteriormente, a partir do ano 1054,  o primeiro cisma da falsa religião cristã, dominada por Satã, sendo ela, um dos chifres visto por Daniel no dragão (império romano). Dn 7:7,8


Mas a profecia não ficou somente nisso, ela diz que a besta será senhora em toda a terra e não somente no oriente. A grande Babilônia tem que ser derrotada pela besta e, é este um dos principais sinais da volta que Jesus denominou como um relâmpago que surge no céu, nas nuvens, do oriente para o ocidente, aquilo que chamou de "abreviar":

"Porque haverá então grande aflição, como nunca houve desde o princípio do mundo até agora, nem tampouco há de haver. E, se aqueles dias não fossem abreviados, nenhuma carne se salvaria; mas por causa dos escolhidos serão abreviados aqueles dias." Mateus 24:21,22  

Se bem que este texto tem uma aplicação específica ao povo de Israel e não sobre a igreja desta era. Na história isto já ocorreu, mas vou levar em conta a projeção profética que aponta também para a tribulação da igreja nesta era em que estamos por uma questão "cultural" na crença dos leigos. 

Aí diz que os dias serão abreviados por conta dos eleitos que estarão na mesma situação, porque do contrário, se não fosse abreviado algo (???) nem mesmo os eleitos poderão ser salvos.

Como o arrebatamento não é a volta de Cristo, mas uma passagem, podemos dizer que é uma vinda fora do tempo, uma abreviação. A volta de Cristo se cumpre com ele voltando como subiu, diante dos olhos do mundo. A profecia diz que isto ocorrerá exatamente no mesmo local de onde subiu, no Monte das Oliveiras: 

"E, quando dizia isto, vendo-o eles, foi elevado às alturas, e uma nuvem o recebeu, ocultando-o a seus olhos.
E, estando com os olhos fitos no céu, enquanto ele subia, eis que junto deles se puseram dois homens vestidos de branco.
Os quais lhes disseram: Homens galileus, por que estais olhando para o céu? Esse Jesus, que dentre vós foi recebido em cima no céu, há de vir assim como para o céu o vistes ir." 
Atos 1:9-11

"E o Senhor sairá, e pelejará contra estas nações, como pele- jou, sim, no dia da batalha.
E naquele dia estarão os seus pés sobre o monte das Oliveiras, que está defronte de Jerusalém para o oriente; e o monte das Oliveiras será fendido pelo meio, para o oriente e para o ocidente, e haverá um vale muito grande; e metade do monte se apartará para o norte, e a outra metade dele para o sul." Zacarias 14:3,4


Este "'ALGO" a ser abreviado é a volta intermediária do Senhor, sabendo que nem todos os membros da igreja serão fiéis até à morte. Se entregarão vivendo a opressão dos malditos filhos do diabo. Para impedir a corrupção generalizada até mesmo dos eleitos, esta vinda é necessária.

Daí dizer: "mas por causa dos escolhidos serão abreviados aqueles dias". 


"Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor." 1 Tessalonissenses 4:17
Observou que não se trata do mesmo evento? Nas núvens como um relâmpago é uma parte, a outra é sua volta para fazer juízo sobre a besta e assumir Jerusalém para que de lá governe todo o mundo. 

Voltando ao arrebatamento, olhando a mesma situação la de cima, do céu:

Nas bodas do Cordeiro que é um evento que ocorre logo que acontece o arrebatamento, é vista uma grande multidão chegando no céu. Vejamos o que diz:  "Depois destas coisas olhei, e eis aqui uma multidão, a qual ninguém podia contar, de todas as nações, e tribos, e povos, e línguas, que estavam diante do trono, e perante o Cordeiro, trajando vestes brancas e com palmas nas suas mãos;

E clamavam com grande voz, dizendo: Salvação ao nosso Deus, que está assentado no trono, e ao Cordeiro...
E um dos anciãos me falou, dizendo: Estes que estão vestidos de vestes brancas, quem são, e de onde vieram?  E eu disse-lhe: Senhor, tu sabes.  E ele disse-me: ESTES SÃO OS QUE VIERAM (DE ONDE???) DA GRANDE TRIBULAÇÃO, e lavaram as suas vestes e as branquearam no sangue do Cordeiro." Apocalipse 7:9-14
Como podem ver na clareza desta profecia, a igreja estará sendo martirizada no momento de seu arrebatamento. Depois que ocorrer o arrebatamento, uma guerra mundial se estenderá por todo o planeta para julgar o s cristãos que não subiram e assim será cumprido está palavra: 

"Mas à meia-noite ouviu-se um clamor: Aí vem o esposo, saí-lhe ao encontro.
Então todas aquelas virgens se levantaram, e prepararam as suas lâmpadas.
E as loucas disseram às prudentes: Dai-nos do vosso azeite, porque as nossas lâmpadas se apagam.
Mas as prudentes responderam, dizendo: Não seja caso que nos falte a nós e a vós, ide antes aos que o vendem, e comprai-o para vós.
E, tendo elas ido comprá-lo, chegou o esposo, e as que estavam preparadas entraram com ele para as bodas, e fechou-se a porta.
E depois chegaram também as outras virgens, dizendo: Senhor, Senhor, abre-nos.
E ele, respondendo, disse: Em verdade vos digo que vos não conheço." Mateus 25:6-12

Não haverá salvação para a parte da igreja que não subir com Jesus, mas sofrerá a ira de Deus porque viveram na negação do Senhor Jesus diante dos homens. O negaram com suas obras e ele cumpre o que disse à igreja:

"E ele, respondendo, disse: Em verdade vos digo que vos não conheço."

"E digo-vos que todo aquele que me confessar diante dos homens também o Filho do homem o confessará diante dos anjos de Deus.  Mas quem me negar diante dos homens será negado diante dos anjos de Deus.' Lucas 12:8,9

O arrebatamento está descrito em apocalipse, da seguinte maneira:

"E olhei, e eis uma nuvem branca, e assentado sobre a nuvem um semelhante ao Filho do homem, que tinha sobre a sua cabeça uma coroa de ouro, e na sua mão uma foice aguda.
E outro anjo saiu do templo, clamando com grande voz ao que estava assentado sobre a nuvem: Lança a tua foice, e sega; a hora de segar te é vinda, porque já a seara da terra está madura.
16 E aquele que estava assentado sobre a nuvem meteu a sua foice à terra, e a terra foi segada." Ap 14:14-16

No mesmo capítulo também é dito sobre a outra colheita, a da falsa igreja, que é referente à queda da Babilônia relatada em ap 17: 15-18 e capítulo 18 inteiro. Veja como se trata de uma guerra contra os cristãos que serão deixados:

"E saiu do templo, que está no céu, outro anjo, o qual também tinha uma foice aguda.
E saiu do altar outro anjo, que tinha poder sobre o fogo, e clamou com grande voz ao que tinha a foice aguda, dizendo: Lança a tua foice aguda, e vindima os cachos da vinha da terra, porque já as suas uvas estão maduras.
E o anjo lançou a sua foice à terra e vindimou as uvas da vinha da terra, e atirou-as no grande lagar da ira de Deus.
E o lagar foi pisado fora da cidade, e saiu sangue do lagar até aos freios dos cavalos, pelo espaço de mil e seiscentos estádios." Apocalipse 14:17-20 

Como podem perceber, trata-se da colheita do Joio e do Trigo, conforme a parábola profética nos ensina:

"E ele lhes disse: Um inimigo é quem fez isso. E os servos lhe disseram: Queres pois que vamos arrancá-lo?
Ele, porém, lhes disse: Não; para que, ao colher o joio, não arranqueis também o trigo com ele.
Deixai crescer ambos juntos até à ceifa; e, por ocasião da ceifa, direi aos ceifeiros: Colhei primeiro o joio, e atai-o em molhos para o queimar; mas, o trigo, ajuntai-o no meu celeiro." Mateus 13:28-30


EXPLICAÇÃO DA PARÁBOLA DO JOIO E DO TRIGO:
"E ele, respondendo, disse-lhes: O que semeia a boa semente, é o Filho do homem;
O campo é o mundo; e a boa semente são os filhos do reino; e o joio são os filhos do maligno;
O inimigo, que o semeou, é o diabo; e a ceifa é o fim do mundo; e os ceifeiros são os anjos. Assim como o joio é colhido e queimado no fogo, assim será na consumação deste mundo.  Mandará o Filho do homem os seus anjos, e eles colherão do seu reino tudo o que causa escândalo, e os que cometem iniqüidade.  E lançá-los-ão na fornalha de fogo; ali haverá pranto e ranger de dentes.
Então os justos resplandecerão como o sol, no reino de seu Pai. Quem tem ouvidos para ouvir, ouça." Mateus 13:37-43

Atentem!!!  O joio não é uma figura das pessoas do mundo, mas de cristãos, aqueles que são nominalmente crentes mas denigrem a imagem de Deus por meio de sua conduta descomprometida com a SÃ DOUTRINA:

"Mandará o Filho do homem os seus anjos, e eles COLHERÃO DO SEU REINO tudo o que CAUSA ESCÂNDALO, e os que cometem iniqüidade (injustiça)."    

É evidente que Jesus está usando a colocação "SEU REINO" como figura para a igreja. De outra maneira não faz sentido.

Estes pontos aqui colocados possuem os principios necessários para não ser confundido com a  interpretação escatológica do cristianismo liberal, que relativiza toda a Escritura Sagrada. Esta teologia é a que ganhou espaço na igreja moderna e, as pessoas que foram edificadas nesta visão relativista e não possuem condições nenhuma para enxergar as coisas como são, suas mentes não possuem os valores corretos e nem os princípios necessários para discernirem o que foi escrito, usam partes dos textos para darem base para o que defendem sem fazer questão de entender de fato o que está profetizado. Assim construíram uma religião fundamentada na razão pessoal deles. 

Que chance alguém que conhece a interpretação relativista das Escrituras tem para entender o todo?  Mas não são somente as profecias que entendem assim, mas também suas doutrinas e, isto também é uma forma de sabermos discernir o joio do trigo. O azeite que está na lâmpada do trigo nunca foi aceito pelo joio, ou seja, os valores e princípios  do trigo são um e, do joio, são outros:

"E as loucas disseram às prudentes: Dai-nos do vosso azeite, porque as nossas lâmpadas se apagam.  Mas as prudentes responderam, dizendo: Não seja caso que nos falte a nós e a vós, ide antes aos que o vendem, e comprai-o para vós." Mateus 25:8,9


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quinta-feira, 10 de novembro de 2016

AS SETE TROMBETAS JÁ ESTÃO SENDO TOCADAS?

QUERO COMEÇAR EXPLICANDO QUE A PALAVRA APOCALIPSE, do grego apokálypsis que significa revelação ou ação de descobrir, FOI INICIADO cerca de 2600 anos passados. OU SEJA, AS REVELAÇÕES A RESPEITO DO TEMPO DO FIM COMEÇARAM COM DANIEL, 600 a.C..



Agora pergunto: 
Já observaram que a primeira TROMBETA é tocada somente APÓS a abertura do 7º selo, não antes? E que as TAÇAS são FLAGELOS do período chamado SELOS?
Sete Selos e Sete Trombetas não são simultâneos, trata-se de semanas de anos e, uma é consecutiva à outra, como poderemos observar neste resumo:
"E, havendo aberto o sétimo selo, fez-se silêncio no céu quase por meia hora.
E vi os sete anjos, que estavam diante de Deus, e foram-lhes dadas sete trombetas."
Apocalipse 8:1,2

Um dos eventos de grande magnitude ocorre no 6º selo, que é a total destruição da grande Babilônia e, isto será um marco histórico ainda não ocorrido
O fato é que isto ainda não ocorreu, demonstrando que as trombetas ainda estão por iniciar:
"E o SÉTIMO ANJO derramou a sua TAÇA no ar, e saiu grande voz do templo do céu, do trono, dizendo: Está feito. E houve vozes, e trovões, e relâmpagos, e houve um GRANDE TERREMOTO, como NUNCA houve desde que há homens sobre a terra; tal foi este tão GRANDE TERREMOTO.
E a GRANDE CIDADE FENDEU-SE EM TRÊS PARTES, e as cidades das nações caíram; e da GRANDE BABILÔNIA SE LEMBROU DEUS, PARA LHE DAR O CÁLICE DO VINHO DA INDIGNAÇÃO DA SUA IRA.
E toda a ilha fugiu; e os montes não se acharam.
E sobre os homens caiu do céu uma grande saraiva, pedras do peso de um talento; e os homens blasfemaram de Deus por causa da praga da saraiva; porque a sua praga era mui grande." Apocalipse 16:17-21

COMPARANDO.
ABERTURA DO SEXTO SELO:
"E, havendo aberto o sexto selo, olhei, e eis que houve um grande tremor de terra; e o sol tornou-se negro como saco de cilício, e a lua tornou-se como sangue;
E as estrelas do céu caíram sobre a terra, como quando a figueira lança de si os seus figos verdes, abalada por um vento forte.
E o céu retirou-se como um livro que se enrola; e todos os montes e ilhas foram removidos dos seus lugares." Apocalipse 6:12-14
É a mesma situação!
Observe que assim que ocorre tal terremoto, a grande cidade, a babilônia é entregue para ser completamente destruída pela besta.

Compare:
"e da GRANDE BABILÔNIA SE LEMBROU DEUS, PARA LHE DAR O CÁLICE DO VINHO DA INDIGNAÇÃO DA SUA IRA."
"E os dez chifres que viste na besta são os que odiarão a prostituta, e a colocarão desolada e nua, e comerão a sua carne, e a queimarão no fogo. Porque Deus tem posto em seus corações, que cumpram o seu intento, e tenham uma mesma idéia, e que dêem à besta o seu reino, até que se cumpram as palavras de Deus. E a MULHER que viste é a GRANDE CIDADE QUE REINA SOBRE OS REIS DA TERRA." Apocalipse 17:16-18
João recebeu esta revelação por volta do ano 100 da era cristã. A grande cidade dominante naquele tempo era Roma. Ele está dizendo que Roma, antes que inicie a era das trombetas, deve ser destruída por um terremoto que a fará vulnerável à sua invasão e total destruição.
Logo, o grande sinal que demarcará o momento das trombetas ainda está por ocorrer e, isto se dará no local onde foi derramado o sangue dos mártires. Pois o mesmo episódio é a vingança de Deus em razão do que é registrado no cap 6:9-11 de Ap:
"E, havendo aberto o quinto selo, vi debaixo do altar as almas dos que foram mortos por amor da palavra de Deus e por amor do testemunho que deram.
E clamavam com grande voz, dizendo: Até quando, ó verdadeiro e santo Dominador, não julgas e vingas o nosso sangue dos que habitam sobre a terra?
E foram dadas a cada um compridas vestes brancas e foi-lhes dito que repousassem ainda um pouco de tempo, até que também se completasse o número de seus conservos e seus irmãos, que haviam de ser mortos como eles foram." Apocalipse 6:9-11
A conquista da Europa pelos muçulmanos é cumprimento de parte desta profecia. Por meio das mãos deles Deus fará seu juízo. 18 de apocalipse é a descrição detalhada desta situação e, no vs 20, diz claramente que se trata da vingança em razão do sangue dos mártires:
"Alegra-te sobre ela, ó céu, e vós, santos apóstolos e profetas; porque já Deus julgou a vossa causa quanto a ela." Apocalipse 18:20
Desde este momento, a besta será absoluta no mundo, vindo sobre o reino dela as trombetas para a julgar até o momento final que é o retorno de Jesus Cristo:
"E o sétimo anjo tocou a sua trombeta, e houve no céu grandes vozes, que diziam: Os reinos do mundo vieram a ser de nosso Senhor e do seu Cristo, e ele reinará para todo o sempre." Apocalipse 11:15
Vemos efetivamente isto ocorrendo em:
"E vi o céu aberto, e eis um cavalo branco; e o que estava assentado sobre ele chama-se Fiel e Verdadeiro; e julga e peleja com justiça.
E os seus olhos eram como chama de fogo; e sobre a sua cabeça havia muitos diademas; e tinha um nome escrito, que ninguém sabia senão ele mesmo.
E estava vestido de veste tingida em sangue; e o nome pelo qual se chama é A Palavra de Deus." Apocalipse 19:11-13
Porque sabemos que é o confronto contra a besta?
"E vi a besta, e os reis da terra, e os seus exércitos reunidos, para fazerem guerra àquele que estava assentado sobre o cavalo, e ao seu exército." Apocalipse 19:19
Obs.: Na semana selos Deus julga a grande babilônia, a entregando para a besta e, na semana trombetas, é o juízo de Deus sobre a besta, entregando o domínio nas mãos de Jesus Cristo, cumprindo a seguinte PROMESSA de Deus: "O Senhor disse ao meu Senhor: Assenta-te à minha direita, até que Eu ponha os teus inimigos debaixo dos teus pés." Mt 22:44
"Porque Deus tem posto em seus corações, que cumpram o seu intento, e tenham uma mesma idéia, e que dêem à besta o seu reino, >>> ATÉ QUE SE CUMPRAM AS PALAVRAS DE DEUS." Apocalipse 17:17

AO QUÊ SE REFERE? 
"Estavas vendo isto, quando uma pedra foi cortada, sem auxílio de mão, a qual feriu a estátua nos pés de ferro e de barro, e os esmiuçou.
Então foi juntamente esmiuçado o ferro, o barro, o bronze, a prata e o ouro, os quais se fizeram como pragana das eiras do estio, e o vento os levou, e não se achou lugar algum para eles; mas a pedra, que feriu a estátua, se tornou grande monte, e encheu toda a terra.
Daniel 2:34,35
Mas, nos dias desses reis, o Deus do céu levantará um reino que não será jamais destruído; e este reino não passará a outro povo; esmiuçará e consumirá todos esses reinos, mas ele mesmo subsistirá para sempre,"
Daniel 2:44
Apocalipse, como pode ser observado, à luz das profecias, iniciou aproximadamente, cerca de 2600 anos passados, na dispersão dos hebreus por Nabucodonosor.
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O ENDEMONINHADO DE GADARA

Um breve diálogo entre Jesus Cristo e uma legião de demônios trazem grandes revelações que valem a pena conhecer.  Esta história intrigante demonstra que Deus literalmente escolhe as coisas loucas deste mundo para envergonhar as sábias.

Você escolheria um louco, tomado por demônios e o empregaria em um projeto importante que estivesse desenvolvendo?  Certamente que não! Mas foi o que Jesus fez e continua fazendo. Conheça esta história e muito mais ouvindo os áudios abaixo:




EXAMINANDO MARCOS 5 - Parte 1                                                





EXAMINANDO MARCOS 5 - Parte 2                                                


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EXAMINANDO MARCOS 5 - Parte 3                                                


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EXAMINANDO MARCOS 5 - Parte 4                                                


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EXAMINANDO MARCOS 5 - Final                                               


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Policial é envergonhado repreendendo uma legião de demônios







Pastor é envergonhado tentando libertar endemoninhado




















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quarta-feira, 2 de novembro de 2016

O Ecumenismo e a Cúpula da TERRA - Seminário Compacto


APRESENTAÇÃO
Acompanhe os áudios, vídeos e ilustrações abaixo.






Após ouvir o áudio, assista a este vídeo:


















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OBSERVEM NA IMAGEM, AS NAÇÕES QUE POVOAM A MESOPOTÂMIA E QUE ESTÃO ÀS MARGENS DO MAR MEDITERRÂNEO.  DANIEL VIU OS QUATRO MAIORES IMPÉRIOS MUNDIAIS SUBINDO EXATAMENTE DO MAR MEDITERRÂNEO, INDICANDO QUE OS DOMÍNIOS COMEÇAM ALI E, ALI TAMBÉM TERÃO FIM.












UM RESUMO DA HISTÓRIA DA CONQUISTA DA BABILÔNIA PELOS MEDO-PERSAS, DO DECLIVE  DOS PERSAS E ASCENSÃO DA GRÉCIA.  O POVO SANTO (HEBREUS) ONDE ESTAVA NESTE PERÍODO?                                                                                                                                                                                                                                                                                     "Continuei olhando, e eis aqui o segundo animal, semelhante a um URSO, o qual se levantou de um lado, tendo na boca três costelas entre os seus dentes; e foi-lhe dito assim: Levanta-te, devora muita carne.
 Depois disto, eu continuei olhando, e eis aqui outro, semelhante a um LEOPARDO, e tinha quatro asas de ave nas suas costas; tinha também este animal quatro cabeças, e foi-lhe dado domínio." Daniel 7:4-6










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Dando continuidade de onde paramos. O estudo começas esquentar mais a partir daqui.  Entrando no universo sobrenatural para descortinar o oculto e conhecer as decisões tomadas pelos principados, potestades e príncipes das trevas, bem como a materialização das ações deles através dos homens.

Uma informação importantíssima: A estátua do sonho do rei Nabucodonosor, como já falamos, representa o os reinos dominantes, que formataram o mundo no que é hoje. NOTE que Deus não está na estátua, ela é a expressão plena de que são os homens, servos da iniquidade, do pecado, que dominam o mundo. Deus se apresenta na PEDRA que desce do céu, golpeando os pés da estátua a fim de por fim no domínio do homem sobre a terra.

Mais um áudio para darmos continuidade.

Já ouviram falar da ERA DOS MACABEUS?









AGUARDE







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